Marketing Digital em 2016: Contextualizando as Tendências

Marketing Digital em 2016: Contextualizando as Tendências

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Fim e começo de ano são cenários ideais para uma avalanche de análise e projeções sobre como será o futuro e, com o Marketing Digital em 2016, não é diferente. Há hoje várias pesquisas e estudos (e muitos “achismos” também) sobre quais serão as tendências do Marketing para este ano, mas muito poucos parecem preocupados em contextualizar essas projeções e apresentá-las de forma clara para os diretores de marketing e CEO das empresas que desejam investir mais na área em 2016.

Por conta disso, resolvi fazer um grande apanhado das principais tendências para 2016, apresentando o que cada uma significa, como elas impactam sua empresa e como você pode começar a se preparar para utilizá-la na sua estratégia de marketing. Aproveito também para apontá-las em uma ordem que faça mais sentido para entender todo o cenário.

Neste artigo, listei alguns dos principais conceitos que prometem agitar 2016 e são tendências de marketing para o ano que vem (e, provavelmente, para os próximos anos):

Vamos lá? Então siga acompanhando:

Está com muita pressa?

Então baixe agora mesmo o resumo com os principais pontos abordados no artigo, para ler onde e quando quiser!

Marketing de Conteúdo não é publicação gratuita!

“Protagonista” de toda a transformação que presenciamos no Marketing Digital nos últimos anos, o Marketing de Conteúdo é elemento central de qualquer estratégia de Marketing (Digital ou não). O novo comportamento do consumidor, impactado pela internet e a maior conectividade social, têm tornado-o mais exigente em relação a sua interação com as marcas. Este é o sujeito que não quer mais ser impactado por publicidades invasivas (e recorrem, por exemplo, ao uso de Ad Blocks), que não aceita que apenas a marca fale, mas que quer dialogar com a mesma (e sobre a mesma). 

Diferença entre Publicidade Tradicional e Marketing de Conteúdo

Diferenças entre Publicidade Tradicional e Marketing de Conteúdo. Fonte: Attachmedia, tradução da Uni Buscapé.

Diferente do que muitos podem pensar, produzir conteúdo para marcas não é algo novo, muito pelo contrário. Meu amigo Rafael Rez, uma das maiores autoridades no país em Marketing de Conteúdo, diz o seguinte:

Rafael Rez OliveiraRafael Rez, especialista em Marketing de Conteúdo:

“O Marketing de Conteúdo foi adotado pela Coca-Cola em 2011, e isso deu uma enorme visibilidade para esta estratégia. A primeira empresa do mundo a fazer conteúdo como ferramenta de marketing foi a John Deere, ainda no século XIX. Ainda hoje, quase na virada para 2016, muitas empresas nem sabem do que se trata. Com a onipresença da internet, nos próximos anos quem não fizer conteúdo estará fora do radar dos consumidores.”

Importante notar que sua empresa, provavelmente, JÁ produz conteúdo. Se ela já tem um site no ar e ele possui qualquer texto, se envia newsletter, se publica nas redes sociais… Tudo isso é conteúdo. Mesmo aquelas empresas que apenas investem em mídia digital, o conteúdo da página de destino é o que será determinante ou não para o sucesso da sua campanha depois do clique/interação do usuário.

Dentre os vários formatos de conteúdos que podemos citar, temos:

  • Conteúdos textuais, como posts de blog, ebooks, whitepapers, sequências de e-mails, reviews, etc.
  • Conteúdos audiovisuais, como vídeos curtos, podcasts, webinários, infográficos, etc.
  • Conteúdos utilitários, como planilhas, templates, checklists, trials, cursos e treinamentos, etc.

Lembrando que Marketing de Conteúdo não se restringe apenas a estratégias online, mas também offline! Então você também pode produzir flyers, folders, livros, palestras presenciais, workshops, infográficos em posters, entre diversos outros formatos.

Sendo assim, o grande ponto é a utilização destes conteúdos de forma ESTRATÉGICA, que gerem mais e mais oportunidades de negócios (e dinheiro no bolso), e não simplesmente a publicação feita de qualquer forma, sem pensar nos aspectos mais básicos da comunicação. Como diz Chris Goward:

Chris Goward Conteúdo sem conversão é apenas publicação gratuita

Felizmente, presenciamos em 2015 um enorme crescimento do Marketing de Conteúdo no Brasil, e a previsão é que em 2016 o tema continue extremamente relevante. Há ainda um longo caminho pela frente e as empresas que estão desenvolvendo estratégias focadas em conteúdos relevantes para o seu público já estão saindo na frente.

Inbound Marketing para alavancar resultados

Quase como extensão natural (e mais avançada) da estratégia de Marketing de Conteúdo, o Inbound Marketing é uma metodologia completa de atração, conversão e nutrição de leads. O Inbound visa estruturar um funil de vendas efetivo, onde os visitantes passam por cada uma das fases de qualificação para, no fim, entregar ao Comercial os leads mais qualificados para uma abordagem de vendas.

Funil de Vendas do Inbound Markting

Esquema visual da metodologia Inbound Marketing. Fonte: ZONA INTERNET

Segundo a pesquisa Estado do Inbound Marketing no Brasil 2015, realizada pela Hubspot, o custo de aquisição por cliente (CAC) é muito mais barato com as estratégias da metodologia. De acordo com os dados da pesquisa, é 47% mais barato obter um lead com Inbound do que com estratégias Outbound. Além disso, das empresas pesquisadas, 92% das que utilizam Inbound marketing dizem ter um retorno positivo.

Um dos maiores impactos que o Inbound pode trazer para qualquer negócio é a possibilidade de se implementar a automação de Marketing. O processo utiliza-se de ferramentas como Hubspot e RD Station, que facilitam todo o desenvolvimento do funil de vendas, fluxos de nutrição, entre outras coisas, tornando a jornada de compra do cliente muito mais inteligente.

Importante frisar que buscar a automação nos esforços de Marketing não significa uma “desumanização” da comunicação. Muito pelo contrário: o objetivo do Inbound Marketing com os fluxos de nutrição e o processo de qualificação é justamente construir um relacionamento com o lead (o que não se consegue falando genericamente, obviamente).

Este é outro ponto fundamental: por trás de cada “lead” há uma pessoa de carne e osso. Cada contato no seu CRM representa uma pessoa de verdade, que tem sonhos, dores, anseios, interesses diversos, personalidade e se comporta de modo particular. Ela quer ser entendida, quer resolver os seus problemas e não quer ser tratada meramente como mais um contato na sua lista. Justamente por buscar compreender isso e fazer um trabalho de qualificação bem feito é que o Inbound Marketing serve para tornar a abordagem comercial muito mais efetiva, aumentando os resultados com conversão de leads em clientes.

Pareceu complexo? Não se preocupe: deixe o seu comentário que terei o maior prazer em tirar suas dúvidas!

O Inbound Marketing representa uma nova forma de se fazer Marketing, baseada no modelo de “Marketing de Permissão” de Seth Godin. Ainda falaremos neste blog sobre a metodologia, pois ela deve despontar mais ainda em 2016. Os profissionais estão cada vez mais preocupados em educar o mercado sobre esta nova forma de Marketing, mais efetiva e precisa, gerando muito mais leads qualificados e convertendo-os em clientes. Ainda há MUITOS diretores de marketing que não têm a menor ideia que algo assim exista e, por isso, o trabalho de ensinar o mercado cabe a todos nós que trabalhamos para entregar o máximo de resultados para nossos clientes.

Marketing orientado por Dados (Data-Driven Marketing) finalmente em foco

Neste ponto, o jogo começa a ficar mais difícil… rsrs. É muito claro para quem vive o mercado no dia a dia que o perfil do profissional de marketing moderno mudou completamente. Se antes o mais valorizado era o lado criativo, hoje o profissional precisa ter um perfil analítico, gostar de números, ser capaz de interpretar dados e gerar informações valiosas para seus clientes.

Perfil do Profissional de Marketing Moderno

Fonte: Salesforce, traduzido pela Uni Buscapé

A demanda por este profissional analítico cresce a cada dia, em face da necessidade de lidar com o enorme volume de dados que a internet gera sobre os usuários e o comportamento do consumidor todos os dias, a cada segundo. Estes dados ainda são muito subaproveitados pelas marcas e são poucos os profissionais que sabem realmente transformá-los em ideias que ajudem um negócio a crescer.

Por conta disso, hoje, infelizmente, ainda se fala muito pouco no Brasil sobre a construção de uma estratégia de marketing orientado por dados (ou “data-driven marketing”, como é conhecido lá fora). Boa parte disso é decorrente, como já havia dito em outro texto, da falta de uma cultura de métricas, mas com a dinâmica do mercado sendo acelerada (e muito) pelo Marketing Digital, não há mais como fugir delas e as métricas se tornam cada vez mais cruciais para a tomada de decisões estratégicas.

Marketing orientado por dados não é algo simples, pois se trata de um conjunto de estratégias e ferramentas que ajudarão a coletar, analisar e estruturar dados que tornem o Marketing Digital cada vez mais assertivo. No entanto, você consegue imaginar o quão poderoso é, a partir dos dados, conseguir antecipar tendências, identificar demandas de consumo antes da concorrência e ser cada vez mais preciso na segmentação dos seus potenciais clientes? E isto é só uma parte do que um bom trabalho de Data-Driven Marketing pode fazer.

Data Driven Marketing Orientado por Dados

Abaixo, vamos ver algumas das ferramentas, estratégias e métodos que podem ajudar a estruturar sua estratégia de Data-Driven Marketing:

Business Intelligence

Cada vez mais popular hoje em dia, não são muitas as pessoas que entendem o que realmente significa Business Intelligence (BI). Primeiro, é preciso entender que trata-se de uma “data science” que surgiu com o propósito de converter os dados coletados em inteligência (informações) com valor estratégico para o negócio, ajudando a orientar a tomada de decisões no nível tático da estratégia.

Basicamente, o BI se concentra em gerar insights a partir dos dados, tornando o trabalho do gestor mais fácil a medida em que prevê, por exemplo, quais são os públicos potenciais de um novo produto, com base nos testes já implementados; ou quando aponta que um serviço da empresa têm uma alta demanda, mas que o gargalo na conversão de leads em clientes está no alto valor do investimento, entre outros exemplos de uso de inteligência estratégica.

Ainda no âmbito do BI, nós temos dois outros grandes conceitos: o Big Data e o Predictive Analytics. Não é o nosso objetivo aqui nos aprofundarmos em cada um deles, mas basta guardar esses nomes que você provavelmente ainda ouvirá muito sobre eles. Vai por mim!

Importante notar que o Business Intelligence não está necessariamente relacionado ao Marketing Digital. É possível  gerar inteligência de negócios até mesmo em negócios inteiramente offline. BI é uma ciência completa, que segue rígidos processos metodológicos, mas que, quando conciliada ao trabalho de Data-Driven Marketing, pode ser incrivelmente poderoso. Por conta disso, quis incluí-la aqui sob esta perspectiva, considerando que em 2016 o tema estará ainda mais em voga.

Web Analytics

Pode-se dizer que o Web Analytics é a base do Data-Driven Marketing por ser ele o grande responsável por fornecer o “data” do termo.

Muitos ainda carregam uma visão errônea do Web Analytics, limitando-o a meros relatórios ou sinônimo de Google Analytics. No entanto, é muito, muito mais que isso: é uma metodologia de análise de dados qualitativos e quantitativos sobre a navegação do usuário em um ambiente digital, baseado, principalmente, em metas e KPIs (indicadores de performance) previamente definidos. Apesar de hoje o processo de Análise Web não ser tão difundido quanto deveria, estamos caminhando neste sentido, educando cada vez mais nosso mercado.

Web Analytics Process

Conversando com o Gustavo Esteves, CEO da agência especializada Métricas Boss, ele ressaltou:

Gustavo EstevesGustavo Esteves, especialista em Web Analytics:

“Web Analytics é fundamental pois conseguimos medir TUDO o que acontece em um site, desde otimização de investimentos em mídias até comportamento do consumidor, traçando personas, usabilidade, carregamento de páginas e muito mais.

Como falamos lá na Métricas Boss, Web Analytics é mais do que um gráfico bonitinho: na realidade, é fundamental para qualquer negócio online. Com ele é possível entender tudo o que o usuário faz, pois mesmo que você entenda muito do seu negócio, o seu cliente está te dando informações muito ricas.”

O crescimento do Web Analytics para 2016 se deve muito ao gradativo amadurecimento da visão de negócio dos nossos diretores de marketing e empresários. Eles estão percebendo cada vez mais a importância de se investir nos canais que garantem o melhor ROI, que permitam uma mensuração clara dos resultados e que entreguem aos seus públicos o maior valor, e por isso o interesse crescente na metodologia.

Se você ainda não começou a trabalhar o processo de Web Analytics no seu negócio, está perdendo MUITAS oportunidades. Fique ligado!

Otimização de Conversão (Conversion Rate Optimization – CRO)

Um dos meus temas favoritos, a Otimização de Conversão (no original, Conversion Rate Optimization) diz respeito a um conjunto de técnicas que visam aumentar a conversão de um site, ao invés de investir tempo, esforço e dinheiro para aumentar outros índices, como volume de tráfego.

Processo de Otimização de Conversão

A Otimização de Conversão segue uma premissa muito simples, baseado em lógica matemática. Se, por exemplo, eu tenho 1.000 visitas e uma taxa de conversão de 1%, e quero aumentar o faturamento que gero atualmente em 5x, eu tenho dois caminhos:

  1. Aumentar em 5x o meu tráfego (ou seja, gerar 5.000 visitas) e mantenho 1% de conversão; ou
  2. Implemento técnicas de CRO – como otimizar ferramentas de captura, tornar o conteúdo mais assertivo, melhorar os call-to-actions, etc. -, para aumentar a minha taxa de conversão para 5%, mantendo o mesmo volume atual de tráfego (1.000 visitas).

Ou seja, com o mesmo esforço, sem precisar investir em mídia para geração de mais tráfego, por exemplo, eu gero 5x mais conversões apenas utilizando técnicas de CRO.

Alguns dos “instrumentos de trabalho” da Otimização de Conversão são:

Já entendeu o enorme potencial disso, não é? Às vezes não nos damos conta de como simples mudanças podem trazer grandes impactos, mas não é incomum que a mudança de uma headline ou na cor de um botão possa aumentar as taxas de conversões. Dentro do Data-Driven Marketing, a partir dos insights gerados com a análise dos dados coletados, é possível encontrar caminhos para otimizar os seus resultados.

Com o encarecimento da mídia online, a tendência é que em 2016 as empresas passem a procurar novas formas de conseguir um melhor Custo por Aquisição de Clientes (CAC), que permitam diminuir estes investimentos e consigam demostrar um bom Retorno sobre o Investimento (ROI). Por essas e outras é que a Otimização de Conversão deverá estae cada vez mais em alta para os próximos anos.

Em tempo:

Rafael Damasceno e Filipe Reis são dois dos maiores especialistas em CRO do país e profissionais que eu admiro muito. Vale muito a pena visitar o blog deles, o Ciência da Conversão, projeto da Supersonic. Confira!

Inteligência Competitiva

Claro que ninguém vence uma corrida olhando para os lados ao invés do seu objetivo final, mas é ingenuidade hoje não dispor das ferramentas para gerar informações relevantes e Inteligência Competitiva para antecipar-se aos próximos passos dos seus concorrentes, no âmbito estratégico do negócio.

O processo de geração de inteligência para obter vantagem competitiva é essencial dentro do contexto do Data-Driven Marketing. Não adianta, por exemplo, fazer um excelente trabalho de SEO e monitorar suas posições, se você não sabe para quais posições estão rankeando seus principais concorrentes orgânicos, quais palavras-chave lhes geram mais cliques, por quais palavras vocês competem diretamente e quais palavras ele ainda não trabalha e que você pode tomar a dianteira, entre outas informações valiosas. Há um mar de possibilidades, e tudo isso impacta consideravelmente nos seus resultados.

Ciclo da Inteligência Competitiva

Fonte: Adaptado de Núcleo de Informação Tecnológica em Materiais (2004).

Ferramentas de Inteligência Competitiva, como SEMrush e SimilarWeb, vêm ganhando cada vez mais destaque no mercado. No entanto, sozinhas elas podem fazer pouco, além de gerar uma série de dados. Para que esses dados realmente façam sentido, você precisa contar com um time especializado para transformá-los realmente em inteligência.

Sendo assim, não perca tempo e comece 2016 investindo em Inteligência Competitiva para sair na frente dos seus concorrentes. Se você hoje não monitora a sua concorrência, pode ter certeza que os mais espertos entre eles não estão perdendo a oportunidade de monitorar VOCÊ.  

Growth-Driven Design trazendo uma nova visão

Se você ainda não ouviu falar desse termo, prepare-se: ele virá com com força total em 2016 e vai revolucionar completamente a forma com você enxerga o seu site.

Apesar da semelhança dos termos, o Growth-Driven Design (GDD) não tem relação direta com o Data-Driven Marketing, mas ambos compartilham a lógica de orientar a estratégia a partir de um processo contínuo de aprimoramento e otimização, a fim de gerar melhores resultados constantemente.

Pare para pensar o seguinte: falamos bastante sobre como o comportamento do consumidor mudou com a hiperconectividade que ele conta hoje, mas continuamos a desenvolver sites como fazíamos na década de 90, apenas com uma nova interface e novas ferramentas. Se precisamos repensar o Marketing Digital para que ele atenda a este novo consumidor, não é claro que também devemos repensar a maneira como desenvolvemos projetos atualmente para proporcionar uma nova experiência para o usuário em nosso site? Claro que sim!

O Growth-Driven Design parte do princípio de que o antigo modelo de desenvolvimento de sites não é mais eficaz em um cenário que evolui tão rapidamente quanto o digital. De forma sintética, a metodologia propõe pensar o Web Design como um processo contínuo, absolutamente estratégico, que visa implementar melhorias recorrentes baseadas no comportamento e experiência do usuário.

Usabilidade, UX (User Experience), Otimização de Conversão… Todos estes métodos trabalham de forma integrada para que seu site seja muito mais que um mero local na internet. O objetivo do Growth-Driven Design é transformá-lo, de forma gradativa e contínua,  em um verdadeiro “representante comercial digital” da sua empresa, 24h no ar e pronto a proporcionar a melhor experiência possível ao seu potencial cliente que ali chega.

Ao invés do desenvolvimento “estático” de um site, com ocasionais esforços de “redesign” (uma forma mais bonita de dizer “gambiarras”), o Growth-Driven Design funciona em pequenos ciclos de melhorias, que abrangem as fase de entrega, validação, aprendizado e aprimoramento contínuo. Desta forma, você garante um crescimento sustentável e contínuo do seu site.

Infografico-Gráfico Growth-Driven Design e Tradicional Web Design

Fonte: Artigo “O que é Growth-Driven Design“, por Vitor Paladini (ZONA INTERNET)

Nem preciso dizer que, quando conciliado com as demais estratégias aqui citadas (especialmente o Inbound Marketing), o GDD é incrivelmente potencializado, uma vez que já existe um trabalho por trás de geração e qualificação de leads.

UPDATE:

O Vitor Paladini, desenvolvedor carioca de WP, possui um blog sobre Growth Driven Design onde se dedica a falar de diversos deste assuntos e muitos outros assuntos relacionados. Vale a pena conferir!

Não deixem de conferir!

 

Growth Hacking entre empresas prontas para escalar

Uma das tendências que cresceu forte em 2015 e tem previsão para crescer ainda mais em 2016, o Growth Hacking têm despontado como solução para empresas que estejam com processos maduros e prontas para começar a escalar.

Definição de Growth HackingA verdade é que hoje são poucos os CMOs que entendem realmente o que é o Growth Hacking e o que ele propõe. Nascido entre as startups, o Growth Hacking é um instrumento poderoso de aceleração de crescimento, trazendo uma forma inteligente de “hackear” o crescimento das empresas, implementando pequenas e contínuas melhorias para ganhar escala de produção e, consequentemente, crescer o negócio.

Algo que diz o Gabriel Costa, líder do time de Growth da Resultados Digitais, é que não será será um “hack milagroso”, que promete mundos e fundos, que permitirá o crescimento sustentável e gradativo do seu negócio. Dificilmente algo assim irá funcionar, e se funcionar, será num contexto específico, para um setor específico e dentro de uma estratégia maior, que nem sempre condiz com o que a sua empresa trabalha.

É justamente por isso que a essência do Growth Hacking é o seu processo: um ciclo que viabiliza a geração de ideias, sua implementação, validação e otimização.

Ciclo do Growth Hacking

Modelo do Ramon Bez, outro grande especialista em Growth Hacking

Muitas pessoas também limitam o conceito de Growth Hacking, achando que ele significa apenas fazer testes para aumentar a conversão. Na verdade, o GH pode ser aplicado a praticamente tudo dentro de um negócio, desde que forneça dados, seja quantificável e, principalmente, testável.

Podemos, por exemplo, hackear o desempenho de cada funcionário segundo a hora do dia, nos parâmetros “tempo x complexidade x qualidade da entrega”. Desta forma, conseguimos determinar quando eles são mais ou menos produtivos e descobrir os melhores horários para alocar em suas pautas atividades complexas. São muitas as possibilidades e você pode (e deve!) explorar cada uma delas!

O perfil do growth hacker é o de um sujeito inquieto, obcecadamente atrás de novas ideias que possa testar, a fim de encontrar melhorias que possam acelerar o crescimento do negócio. E se você viu aqui uma semelhança com o processo do Inbound Marketing, não é mera coincidência, acredite. Todas essas estratégias trabalham de forma integrada para permitir que sua empresa escale e cresça. Mas isso tudo, claro, se quem estiver a frente das mesmas saiba o que está fazendo e, por isso, é importante contar com um time experiente de profissionais para ajudá-lo.

O Growth Hacking deverá ganhar cada vez mais destaque em 2016 e é importante ficar atento. Ele representa uma oportunidade incrível para as empresas que já têm processos maduros e que já estejam prontas para escalar.

Em breve farei mais conteúdos sobre o tema também, então inscreva-se na nossa newsletter para receber as atualizações!

Resumo da Ópera: 2016 será INCRÍVEL!

Não me odeie por dizer isso, por favor! Rsrs…

Claro que é besteira pensar que será somente rosas. O ano de 2016 com certeza representará uma série de desafios para o país e para o mercado, e isso ninguém pode negar. No entanto, para os bons empreendedores e diretores de marketing, 2016 será também um ano repleto de oportunidades para fazer mais e melhor pela sua empresa. Lembre-se que são justamente em meio às crises que surgem as mais brilhantes inovações, e se você estiver disposto a encarar o desafio, pode ser também o caso do seu negócio. A mensagem final que quero passar com este texto é, sim, uma mensagem de otimismo: há sim uma Crise lá fora, mas não podemos deixar que ela nos roube o espírito da inovação e a vontade de crescer!

Neste conteúdo eu listei alguns dos principais tópicos que deverão ser tendências de marketing em 2016. Por “coincidência”, estes também deverão ser os temas que mais tratarei em meus conteúdos, tanto no meu site quanto no meu canal no Linkedin Pulse ou no meu Medium (se você não me acompanha nesses canais, siga lá!). Há muito ainda o que ser tratado e espero que esse extenso artigo tenha sido útil para você.

Agora um pedido pessoal: me dê seu feedback! Comente, por favor, para que eu possa saber o que você achou, o que você mais gostou e o que não, o que você discorda ou concorda, o que você acrescentaria, etc. Este texto foi escrito pensando em você, e saber se ele foi útil para você é o melhor ROI que posso receber do tempo investido neste material… rsrs.

Grande abraço, e até a próxima!

Edu Costa

http://educosta.com.br/

Edu Costa é profissional de Marketing e atua como consultor de Otimização de Conversão na Supersonic, primeira empresa brasileira 100% focada na área. Obcecado em multiplicar os resultados de seus clientes através do CRO, Web Analytics, Growth Hacking e Inbound Marketing, já teve a oportunidade de trabalhar com empresas tradicionais como Texaco, Icatu Seguros, Psychemedics e Grupo Ânima, mas também com grandes startups, como a Resultados Digitais, Rock Content, We Do Logos, Passei Direto e várias outras. É também professor do MBA Internacional em Marketing Digital Estratégico, na Universidade Veiga de Almeida e pesquisa academicamente Web Analytics e Otimização de Conversão.

Comments ( 27 )

  1. ReplyFlaubi Farias
    Parabéns pelo post, Edu! Muito completo e lúcido. O Marketing Digital tem muito o que crescer ainda no Brasil e certamente 2016 será, de uma maneira geral, um ano de grandes oportunidades. Abraço!
    • ReplyAuthorEdu Costa
      Oi Flaubi! Tudo bem? Fico muito feliz que tenha gostado! Também acredito que 2016 tem tudo para que possamos trazer mais e mais resultados com Marketing Digital. Vamos que vamos ;) Grande abraço, e obrigado pela participação!
  2. ReplyFelipe Matheus
    Baita artigo!
    • ReplyAuthorEdu Costa
      Obrigado, amigo! Fico feliz que tenha gostado =D Abração!
  3. ReplyHeloisa
    Eai Edu, aqui vai minha contribuição sobre as Tendências do Mkt Digital para 2016 ;) http://digitaisdomarketing.com.br/5-tendencias-do-marketing-digital-para-2016/
    • ReplyAuthorEdu Costa
      Sem dúvidas, um complemento valiosíssimo, Helô! Parabéns pelo seu conteúdo e continue a produzir mais e mais ;) Seja muito bem vinda!
  4. ReplyItalo
    Showwwwwww, conteúdo completo! Parabéns!
    • ReplyAuthorEdu Costa
      Fala, Italo! Tudo bem? Poxa, fico imensamente feliz em saber que você gostou! Continue acompanhando o blog pois a tendência é ter muito mais conteúdos como este. Um grande abraço, querido, e obrigado por participar comentando. Seu feedback é muito importante ;)
  5. Replyalan
    Parabéns Edu! Muito bom o conteúdo, bem didático e esclarecido. Com certeza irá ajudar muitas pessoas a conhecer um pouco mais sobre mercado digital e o universo que nele pode ser explorado. Curti bastante, principalmente a parte de Inbound Marketing e o potencial que tem pra ser desenvolvido nos anos a frente. Ficaremos no aguardo de novos conteúdos como este. Grande abraço.
    • ReplyAuthorEdu Costa
      Grande Alan! Fico muito feliz que tenha gostado, amigo. A ideia é essa mesmo, produzir cada vez mais e com mais qualidade, sempre embasado em dados concretos. Muito obrigado pelo seu comentário! Continue acompanhando pois vem coisa boa por aí. Grande abraço!
  6. ReplyValdir
    Parabéns Edu Costa! Você demonstra que tem conhecimento do assunto abordado. Siga em frente você está no rumo certo. O marketing digital é opção que produz resultados satisfatório e imediato.
    • ReplyAuthorEdu Costa
      Olá, Valdir! Tudo bem, amigo? Caramba, obrigado pelas palavras! Fico muito contente que você tenha realmente gostado do texto e espero que ele esteja sendo útil para você! Continue acompanhando o blog pois a ideia é produzir mais conteúdos como este. Um grande abraço, e obrigado pela participação!
  7. ReplyJones Medrado
    Ótimo conteúdo Edu Parabéns! Sempre com conteúdos claros e objetivos, mostrando realmente o que importa. Obrigado por compartilhar seus conhecimentos! Forte Abraço
    • ReplyAuthorEdu Costa
      Opa, Jonas! Tudo bem, meu amigo? Que bom que você gostou, querido! A ideia é trazer mais conteúdos de qualidade para você e outros empreendedores. Um grande abraço!
  8. ReplyKalinka
    E ai Edu, puxa que post! Amei! Uma visāo de tudo e mais um pouco! Parabéns! Acredito que ser autentico e criativo faz toda a diferença no mercado, aprendo demais com você! :)
    • ReplyAuthorEdu Costa
      Oi Kalinka! Tudo bem? Sem dúvidas a autenticidade é o elemento-chave que permeia toda a estratégia. A final, o conteúdo mais importante que você pode construir para a sua audiência é sua própria originalidade e na forma como transmite isso para eles. =D Fico muito feliz que tenha gostado do texto, querida, e espero que volte sempre! Beijão, e muito obrigado pela participação!
  9. ReplyNeviton Santana
    Olá Edu! Mais um ótimo texto, parabéns! Bom, vou tentar fazer uma análise mais crítica: Concordo com os pontos abordados em todos os tópicos que citou. Como você entrou no aspecto de contextualizar cada tendência, entendo que isso serve como uma introdução principalmente para quem está descobrindo e estudando sobre marketing e planejamento digital. Porém, penso eu que algumas tendências podem confundir justamente por serem "novos nomes da moda". Por exemplo, CRO, Growth Driven Design e Growth Hacking são facetas da mesma moeda. Assim como a anos atrás inventaram os termos UX/UI que nada mais é do que os antigos Arquitetura de Informação e Design de Interfaces. Novos nomes para coisas velhas. Mas entendo a necessidade de novos nomes. Novos tempos, novos contextos. Novos olhares sobre novos ângulos. Nomes tem poder. Todo bom marketeiro sabe disso. Se fosse assim não existiriam tantas marcas diferentes de cerveja pilsen. E são tudo a mesma bosta. O que quero dizer com tudo isso? Como já disse, suas introduções e explicações são perfeitas mas é necessário que nós como profissionais coloquemos luz sobre estes assuntos e incentivemos que outros profissionais e, principalmente prospects e clientes se aprofundem de forma a serem mais engajados e participativos nestas discussões. Como experiência percebo nos meus clientes que a melhor oportunidade de incentivar e evangelizar é estar próximo. É dar suporte com insights, disrupção, atualizá-lo através do nosso conhecimento. E isso você está fazendo muito bem :) Abraço de urso!
    • ReplyAuthorEdu Costa
      Neviton, seus comentários são um alento para os olhos deste pobre autor! Hsauhsuahushaus... Mas, sério, sempre fico muito contente quando te vejo engajado em comentar algo pois sei que sempre sairá algo valioso daí, e neste caso, não é exceção. Como você bem falou, realmente, alguns desses conceitos são bem similares, ou por vezes sempre aos mesmos propósitos com outras abordagens, etc., e termina criando uma grande confusão. Algumas são "buzzwords", como você bem diz, e realmente são palavras novas para coisas vezes, mas como você também, palavras têm muito poder (inclusive o poder de vender mais cursos, livros, assinatura de softwares, etc... rsrs. Mas isso é outro papo) :P O mais importante, acredito, é que sempre estejamos atentos para nos anteciparmos aos movimentos do mercado. Isso não significa que devemos surfar em todas as ondas: o bom surfista sabe quando vale a pena deixar passar uma marolinha para esperar um tsunami... rsrs. Meu objetivo aqui é sempre propor esse debate e, acredite, esse é um dos meus textos menos "críticos"... rsrs. Já tenho no meu planejamento de conteúdo discutir vários outros tabus do mercado digital e outras questões que são relevantes pra cacete (como, por exemplo, o ROI) e que são misteriosamente "esquecidas" por muitos. Muito obrigado pela sua participação, amigo. É sempre bom ter alguém questionador e com uma visão tão apurada quanto a sua para discutir temas pertinentes como este. Obrigado mesmo, e espero que volte mais vezes! Outro abraço de urso!
  10. ReplySivaldo Gomes
    Ótimo artigo Edu Costa, parabéns!
    • ReplyAuthorEdu Costa
      Obrigado, Sivaldo! Fico feliz que tenha gostado =D
  11. ReplyNaiara Cubas
    Valiosíssimo artigo, Edu. Não sei como está em outras regiões, mas em SC não se aprende marketing digital em nenhuma faculdade, portando aprendo com os conteúdo, e eu mais que ninguém acredito e vivo a eficácia disso. Texto esclarecedor, com profundidade (nos links) e muito rico. Parabéns, e obrigada!
    • ReplyAuthorEdu Costa
      Oi Naiara! Tudo bem? Essa realidade, de não aprender hoje Marketing Digital nas universidades, é o triste retrato do país hoje. Como formar bons profissionais se os currículos são ultrapassados? Felizmente contamos com profissionais como você, que está sempre correndo atrás e aprendendo com os bons conteúdos da web. Fico muito contente que tenha gostado, e pode esperar novos conteúdos ainda melhores =D Abração, e obrigado por me acompanhar!
  12. Como fazer um Planejamento de Marketing Digital FODA!
    […] artigo sobre tendências de Marketing Digital foi muito bem aceito e repercutiu muito melhor do que eu imaginava. E graças aos feedbacks, tanto […]
  13. ReplyVicente Barreto
    Parabéns, pelo post, além de completo e de excelente conteúdo, tem ótimas imagens.
  14. ReplyMark
    Excelente conteúdo! Este tipo de matéria é importante para estimular e criar conteúdos de mesma relevância, espero que inspire-me em meu site http://www.marketingdeconteudoonline.com/, agradecido pela matéria.
  15. ReplySebastian
    Assim como o Rafael comentou aí em cima, tem muitas empresas que não sabem o que é marketing de conteúdo, até aí, tudo bem! Só que muitas nem para a internet migraram, tem site que não é atualizado há anos, mistura perfil com fan page, anunciam em mídias ultrapassadas que nem se quer tem como entregar um ROI. Estão com os dias contatos, certo isso!
  16. Replycristiano leite
    Concordo plenamente sebastian , muito bom Edu Costa o conteúdo do post parabéns

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